
A continuación la letra de la canción Terráqueos Artista: Oddish Con traducción
Texto original con traducción
Oddish
Refrão:
Dizem, fingem, vivem mas não são
Não são, não…
Não confio nem se dizem que horas são, não…
Planeta tão estranho, eu vejo pela tela do meu disco
Olhos lacrimejam, bocas dizem que são ciscos
Pra «filhadaputagem» minha nave tem radar
Mas acho que quebrou porque não para de apitar
São duas décadas na Terra, não acostumo
Talvez ano que vem, eu me mude pra Netuno
E mesmo tão frio, com dias tão curtos
Tô livre dos ponteiros, cobranças e surtos
Terráqueos são estranhos, dizem que evoluíram
Mas matam entre si e amam um deus que nunca viram
Terráqueos comem coisas que acabam com a carcaça
Também levam isqueiros, usam pra cuspir fumaça
A noite aqui é linda, horário que eu desço
As fêmeas são bonitas, algumas tem até preço
Existe uma bebida inventada pelo homem
Que quando digerida, todos os seus medos somem
A bala do revólver queima arquivo feito hacker
A cor da sua pele fala mais que seu caráter
Mas eu gostei do jazz que deixa minha nave «tranks»
Tô indo pra Plutão deixar pegada com meus dunks
Refrão:
Dizem, fingem, vivem mas não são
Não são, não…
Não confio nem se dizem que horas são, não…
Aqui, nessa pequena esfera de água e sal vive uma raça artificial
Paradoxal?
Se são composto por carbono, Cês Só pensam em si mesmos e se fodam
os outros, vocês
Nascem, crescem, reproduzem e morrem
Muito mais que vivem, correm
Muito mais que agem, dormem
Se matem antes que notem
A obra prima dessa espécie
Deixo o legado para as novas gerações de mortos vivos
Dez mil vezes mais nocivos e nem são radioativos
São só seres depressivos, muitas vezes até cômicos
Vagando na socializante solidão humana
Sete bilhões de solitários crônicos
Eles rezam, mas eu não sei não
Eles dizem, mas eu sei que não
Eles fingem e dizem que não
Eles mentem e pedem perdão
Eles sentem e perdem a razão
Eles pensam, perdem a sensação
Eles amam sem saber quem são
Eles odeiam sem saber quem são
Eles, sim é no lugar do não
Eles, sangue no seu coração
Eles voam com os pés no chão
Eles pecam numa oração
Eles oram numa tentação
Eles andam, mas só vão em vão
Eles mentem, fingem, vivem, dizem…
Coro:
Dicen, fingen, viven pero no son
no lo son, no…
No me fío ni aunque digan que hora es, no...
Un planeta tan extraño, lo veo a través de la pantalla de mi disco.
Ojos agua, bocas dicen que son motas
Para «infancia» mi barco tiene radar
Pero creo que se rompió porque no deja de sonar
Han pasado dos décadas en la Tierra, no estoy acostumbrado
Tal vez el próximo año me mudaré a Neptune
Y aun con tanto frio, con dias tan cortos
Estoy libre de punteros, cargos y brotes.
Los terrícolas son extraños, dicen que evolucionaron
Pero se matan entre ellos y aman a un dios que nunca han visto
Los terrícolas comen cosas que terminan con el cadáver.
También llevan encendedores, los usan para escupir humo
La noche aquí es hermosa, cuando bajo
Las hembras son hermosas, algunas hasta tienen precio
Hay una bebida inventada por el hombre
Que al digerirlo, todos tus miedos desaparezcan
La bala del revólver quema el archivo como un hacker
Tu color de piel habla más que tu carácter
Pero me gustó el jazz que sale de mi barco «tranks»
Me voy a Pluto a dejar huella con mis mates
Coro:
Dicen, fingen, viven pero no son
no lo son, no…
No me fío ni aunque digan que hora es, no...
Aquí, en esta pequeña esfera de agua y sal vive una raza artificial
¿Paradójico?
Si están hechos de carbono, los C solo piensan en sí mismos y se joden.
los otros, tu
Nacen, crecen, se reproducen y mueren
Mucho más que vivir, correr
Mucho más que actúan, duermen
Mátense antes de que se den cuenta
La obra maestra de este tipo
Dejo el legado a las nuevas generaciones de muertos vivientes
Diez mil veces más dañino y ni siquiera radiactivo
Son solo seres depresivos, muchas veces incluso cómicos.
Deambulando en la socializante soledad humana
Siete mil millones crónicamente solos
Rezan pero no sé no
Dicen, pero sé que no
Fingen y dicen que no
Mienten y piden perdon
Sienten y pierden la razón
Piensan, pierden la sensación
Se aman sin saber quienes son
Odian sin saber quienes son
Ellos, sí está en el lugar de no
Ellos, sangre en tu corazón
Vuelan con los pies en el suelo
Ellos pecan en la oración
Ellos oran en la tentación
Caminan pero solo van en vano
Mienten, fingen, viven, dicen…
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