Menino da Porteira / Telefone Mudo / Ainda Ontem Chorei de Saudade / Saudade da Minha Terra - Michel Teló

Menino da Porteira / Telefone Mudo / Ainda Ontem Chorei de Saudade / Saudade da Minha Terra - Michel Teló

  • Año de lanzamiento: 2015
  • Idioma: portugués
  • Duración: 6:14

A continuación la letra de la canción Menino da Porteira / Telefone Mudo / Ainda Ontem Chorei de Saudade / Saudade da Minha Terra Artista: Michel Teló Con traducción

Letra " Menino da Porteira / Telefone Mudo / Ainda Ontem Chorei de Saudade / Saudade da Minha Terra "

Texto original con traducción

Menino da Porteira / Telefone Mudo / Ainda Ontem Chorei de Saudade / Saudade da Minha Terra

Michel Teló

Texto original

Toda vez que eu viajava pela estrada de Ouro Fino

De longe eu avistava a figura de um menino

Que corria abrir a porteira e depois vinha me pedindo

«Toque o berrante, seu moço, que é pra eu ficar ouvindo»

Quando a boiada passava e a poeira ia baixando

Eu jogava uma moeda e ele saía pulando:

«Obrigado, boiadeiro, que Deus vá lhe acompanhando»

Pra aquele sertão afora meu berrante ia tocando

Eu quero que risque o meu nome da sua agenda

Esqueça o meu telefone, não me ligue mais

Porque já estou cansado de ser o remédio

Pra curar o seu tédio

Quando seus amores não lhe satisfaz

Cansei de ser o seu palhaço

Fazer o que sempre quis

Cansei de curar sua fossa

Quando você não se sentia feliz

Por isso é que decidi

O meu telefone cortar

Você vai discar várias vezes

Telefone mudo não pode chamar

Você me pede na carta que eu desapareça

Que eu nunca mais te procure pra sempre te esqueça

Posso fazer sua vontade atender seu pedido

Mas esquecer é bobagem é tempo perdido

Ainda ontem chorei de saudade

Relendo a carta, sentindo o perfume

Mas que fazer com essa dor que me invade

Mato esse amor ou me mata o ciúme

De que me adianta viver na cidade

Se a felicidade não me acompanhar

Adeus Paulistinha do meu coração

Lá pro meu sertão eu quero voltar

Ver a madrugada, quando a passarada

Fazendo alvorada, começa a cantar

Com satisfação, arreia o burrão

Cortando o estradão, saio a galopar

E vou escutando o gado berrando

Sabia cantando no jequitibá

Pra minha mãezinha já telegrafei, que me já me cansei

(Cês cantam demais da conta…)

De tanto sofer

Nesta madrugada estarei de partida

Pra terra querida que me viu nascer

Já ouço sonhando o galo cantando

O inhambu piando ao escurecer

A lua prateada clareando as estradas

A relva molhada, desde o anoitecer

Eu preciso ir, pra perto dali

Foi lá que nasci, lá quero morrer

Traducción de la canción

Cada vez que viajé por el camino de Ouro Fino

A lo lejos pude ver la figura de un niño

Que corrió a abrir la puerta y luego vino a preguntarme

«Toca el chillón, muchacho, para que pueda escuchar»

Cuando pasó el flotador y bajó el polvo

tiraría una moneda y él saltaría:

"Gracias, vaquero, que Dios te acompañe"

Por ese sertão afuera mi bocina estaba sonando

Quiero que taches mi nombre de tu calendario.

Olvídate de mi teléfono, no me llames más

Porque ya me cansé de ser la medicina

Para curar tu aburrimiento

Cuando tus amores no te satisfacen

Estoy cansado de ser tu payaso

hacer lo que siempre quise

Estoy cansado de curar tu pozo negro

Cuando no te sentías feliz

por eso decidí

mi telefono cortado

Marcarás varias veces

El teléfono silenciado no puede llamar

Me pides en la carta que desaparezca

Que nunca más te busque para siempre olvidarte

Puedo hacer que tu deseo cumpla tu petición

Pero olvidar es una tontería es tiempo perdido

Justo ayer lloré de añoranza

Releyendo la carta, sintiendo el perfume

Pero que hacer con este dolor que me invade

Mata este amor o mátame de celos

¿De qué sirve vivir en la ciudad?

Si la felicidad no me acompaña

Adiós Paulistinha de mi corazón

Allí por mi sertão quiero volver

Ver el amanecer, cuando el pasó

Al amanecer, se pone a cantar.

Con satisfacción, enjaezar el burro

Cortando el camino voy al galope

Y escucho el ganado gritando

Supe cantar en jequitibá

Ya le telegrafié a mi mamá, que estoy cansada

(Cantas demasiado…)

De tanto sufrir

Esta mañana me iré

A la tierra querida que me vio nacer

Ya puedo escuchar el canto del gallo

El inhambu ululando en la oscuridad

La luna plateada iluminando los caminos

La hierba mojada, desde el anochecer

tengo que irme cerca

Ahí nací, ahí me quiero morir

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