
A continuación la letra de la canción Veredicto Artista: Rap Box, Leo Casa 1 Con traducción
Texto original con traducción
Rap Box, Leo Casa 1
Filho, eu te dei tudo, dei vida, dei asas
Eu te dei comida, dei camisa, errei as marcas
E se eu te dei uns tapas foi porque cê deu uns tapas
Eu te avisei, nada de drogas na minha casa
Amor, você é tão sujo, você é um sortudo
Também te dei tudo, foi o primeiro fez tudo
Nosso bebê não vai mais se chamar Bruno
Você é tão burro, tinha que estragar tudo
O Deus me disse que eu só ligo pra pedir
É sempre a mesma coisa, é que eu só penso em mim
E eu vou morrer se eu continuar bebendo assim
Antes de desligar esse é o terceiro e último rim
Sei o que você tá pensando lek, que eu enchi o bolso, que cresceu o dread
Hoje eu não tenho chefe, mas maldito game que me deu um cheque
O tipo de cara que nunca teve nada então quando esses cara vence
Quer estampar na cara que eu não mudei nada
Que eu zerei os caixa e virei tudo em tênis
Estamos todos presos, presas da falsa liberdade
Preconceitos, eu presumo, são pilares da maldade
Antes grilhões que nos prendiam, até nos vendiam pros outros
Hoje é a luxúria que nós prende junto com os cordão de ouro
Tô vendo ela me olhar, michar o Civicão na rua
Mas deixa ele cresce, deixa achar que tá em casa
Descarrega e limpa o sangue da camisa do Damassa
Enquanto escrevo essas rimas tentando achar vacina
Lembrando quando eu transava com a vaca da rua de cima
Podia fritar, não fritei.
Podia flipar, não flipei
Mas falei o que esses bucha ai tá demorando há mais de um mês
Num dizer que não falei das flores, das flores, falei
Não falei foi do amor porque há uns mês atrás matei!
Tey!
Desde o evangelho perdido de Tomé
Meus ouvidos e a minha fé com os amigos sincroniza os sentidos
Aos vivos, sobre morte, mortos, livros, ciclos e a discrepância de que quase
tudo é relativo
Intrigo e entrego hábil ao cego, na metáfora
Meu ego nessa cápsula e enterro no Éden pra aturar outra fábula
Proponho, servo!
Sirvo ao risco prévio
O objetivo é sério
Privo ou sigo, esse que é nosso sonho coletivo
A atenção em ser notado em meio a multidão
Pensadores, professores e alunos em extinção
Somos os computadores cada um com a sua versão
Hijo, te di todo, te di vida, te di alas
Te di comida, te di una camisa, me equivoqué de marca
Y si te abofeteé fue porque tú abofeteabas
Te lo advertí, no hay drogas en mi casa.
Nena, eres tan sucia, tienes suerte
Yo también te di todo, fuiste el primero en hacer todo
Nuestro bebé ya no se llamará Bruno
Eres tan tonto, tuviste que arruinarlo
Dios me dijo que solo llamo para pedir
Siempre es lo mismo, es que solo pienso en mi
Y me voy a morir si sigo bebiendo así
Antes de colgar, este es el tercer y último riñón.
Sé lo que estás pensando, lek, que me llené el bolsillo, que el pavor creció
Hoy no tengo jefe, pero maldito juego que me dio un cheque
El tipo de persona que nunca tuvo nada, así que cuando estos tipos ganan
Quieres mostrar en tu cara que no he cambiado nada
Que despejé los cajeros y convertí todo en zapatillas
Todos somos presos, presas de la falsa libertad
Los prejuicios, supongo, son pilares del mal.
Antes de los grilletes que nos sujetaban, incluso nos vendían a otros
Hoy es la lujuria lo que nos une con las cuerdas de oro
La veo mirándome, meando Civicão en la calle
Pero déjalo crecer, déjalo pensar que está en casa
Descarga y limpia la sangre de la camisa de Damassa
Mientras escribo estas rimas tratando de encontrar una vacuna
Recordando cuando tuve sexo con la vaca en la calle de arriba
Podría freírlo, no lo freí.
Podría voltear, no lo hice
Pero dije lo que estos arbustos han estado tomando durante más de un mes.
Al decir que no hablé de las flores, de las flores hablé
No hablé de amor porque hace unos meses lo maté!
¡Tey!
Del evangelio perdido de Tomás
Mis oídos y mi fe con amigos sincronizan los sentidos
A los vivos, sobre la muerte, los muertos, los libros, los ciclos y la discrepancia que casi
Todo es relativo
Intriga y hábil entrega a los ciegos, en la metáfora
Mi ego en esta cápsula y estoy enterrado en el Edén para aguantar otra fábula
¡Propongo, sirviente!
sirvo a riesgo
El objetivo es serio
Privo o sigo, este es nuestro sueño colectivo
Atención a ser notado en la multitud
Pensadores, profesores y alumnos en peligro
Somos las computadoras, cada una con su versión
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