
A continuación la letra de la canción Corpo Fechado Artista: Gutierrez Con traducción
Texto original con traducción
Gutierrez
Armas de fogo não me alcançam, minha alma é forte
Depois a volta é sombria, tenho raiva, então não fode
Eles não vão me levar, eles não irão me achar
Nada irá fazer com que eles me toquem
Vê a selva?
sou de lá, claro, vou me camuflar
Nada irá fazer com que eles me notem
Se tomo o trono cê verá como que é saber jogar
Isso fará com que todos se choquem
Nada irá me parar, nada irá me controlar
Irei atirar em tudo que se move
Protegido pela fé e pela força do trabalho
Desde o estúdio em VR até a casa do caralho
Aprendendo pela vida, seus caminhos e atalhos
Já vivi sessões incríveis da calar qualquer otário
Concentrado lá no campo, físico e espiritual
Fiz história com minha familia o Hip-Hop real
Lembra Batalha do Real?
real e tradicional
Vagabundo passa mal porque meu estilo é brutal
Teu olho grande não me vê mas eu passo adiante
Teus pés te deixaram pra trás, eu te avisei antes
Que quem se cansa sem correr, se pedeu na viagem
Cara, eu falei pra você: «Joga nada e quer massagem?»
Eu caçei o meu rumo sem medo e escapei ileso
Evoluindo o que eu rimo, porque o que eu rimo nao é a esmo
E mesmo que alguns se percam tentando atrasar meu lado
Eu continuo firme e forte, porque meu Corpo é Fechado
Eles não vão me levar, eles não irão me achar
Nada irá fazer com que eles me toquem
Vê a selva?
sou de lá, claro, vou me camuflar
Nada irá fazer com que eles me notem
Se tomo o trono cê verá como que é saber jogar
Isso fará com que todos se choquem
Nada irá me parar, nada irá me controlar
Irei atirar em tudo que se move
Mesma camisa surrada, mesmo chinelo de dedo
Mesma levada assassina que deixa otário com medo
Selva é atividade, boladão tô na pista
Face de terrorista, mente de anarquista
As ruas me vigiam, eu tô de Corpo Fechado
«atividade na esquina, é bala pra todo lado»
O clima do Rio ferve o sangue frio
Comédia perde a vida andando de pente vazio
23 anos de guerra vendo a bala comer
23 anos de gueto vendo o sangue escorrer
Tô imune a papo de quem não tem nada a dizer
Poesia de rua é o que eu tenho pra oferecer
Esquivando dos projéteis, Iky, Funk e Gutierrez
No jogo quem falha cai, retorno é de Jedi
Pra quem não sabe o que fala, que cale essa boca
Ou o pedido de silêncio vai ser chumbo a queima roupa
Las armas de fuego no pueden alcanzarme, mi alma es fuerte
Entonces el regreso es oscuro, me enojo, así que no lo jodas
No me llevarán, no me encontrarán
Nada hará que me toquen
¿Ves la jungla?
yo soy de ahi claro me camuflare
Nada hará que me noten
Si tomo el trono, verás lo que es saber jugar
Esto hará que todos choquen
Nada me detendrá, nada me controlará
Dispararé a todo lo que se mueva
Protegidos por la fe y la fuerza del trabajo
Del estudio de realidad virtual a la puta casa
Aprendiendo a través de la vida, sus caminos y atajos
Ya viví sesiones increíbles para silenciar a cualquier mamón
Concentrado allí en el campo, físico y espiritual.
Hice historia con mi familia el verdadero Hip-Hop
¿Recuerdan Batalha do Real?
real y tradicional
Vagabond está enfermo porque mi estilo es brutal.
Tu ojo grande no me ve pero paso
Tus pies te dejaron atrás, te lo advertí antes
Que los que se cansan sin correr lo pidan en el camino
Hombre, te dije: «¿Te juegas a algo y quieres un masaje?»
Busqué mi camino sin miedo y escapé ileso
Evolucionando lo que rimo, porque lo que rimo no es al azar
Y aunque algunos se pierdan tratando de retrasar mi lado
Me mantengo firme y fuerte, porque mi cuerpo está cerrado.
No me llevarán, no me encontrarán
Nada hará que me toquen
¿Ves la jungla?
yo soy de ahi claro me camuflare
Nada hará que me noten
Si tomo el trono, verás lo que es saber jugar
Esto hará que todos choquen
Nada me detendrá, nada me controlará
Dispararé a todo lo que se mueva
Misma camisa gastada, mismas chancletas
El mismo ritmo asesino que hace que los tontos se asusten
Jungle es actividad, ballão estoy en la pista
Rostro de terrorista, mente anarquista
Las calles me miran, soy un cuerpo cerrado
«actividad en la esquina, las balas van por todos lados»
El clima de Río hierve sangre fría
La comedia pierde la vida caminando con el peine vacío
23 años de guerra viendo comer balas
23 años en el gueto viendo correr la sangre
Soy inmune a la gente que no tiene nada que decir
Poesía callejera es lo que tengo para ofrecer
Esquivando proyectiles, Iky, Funk y Gutiérrez
En el juego, el que falla cae, el regreso es del Jedi
Para los que no saben de lo que hablan, cállense
O la petición de silencio será dirigida a quemarropa
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