
A continuación la letra de la canción Um Barraco Na Vila / Feliz da Vila / Filho da Vila / Isabel / Vilancete Artista: Martinho Da Vila, Gaúcho da Vila, Agrião Con traducción
Texto original con traducción
Martinho Da Vila, Gaúcho da Vila, Agrião
Guenta aí, guenta aí
Devagarzinho
Baixinho, baixinho, baixinho
Seguinte
Vamo fazer uma brincadeirinha aqui?
Só vale mandar samba que fala na Vila Isabel
Pode ser na escola de samba, no bairro, numa mulher da Vila
Qualquer coisa
Mas tem que falar na Vila Isabel
Vai, Gaúcho
Tô querendo um barraco para morar lá na Vila
Seja lá no Macaco ou em qualquer lugar
Lá na Vila não existe tristeza, a alegria está lá
Sou da Vila, pois viver sem a Vila na vida não dá
Por isso que eu digo que eu quero morar…
Tô querendo um barraco para morar lá na Vila
Seja lá no Macaco ou em qualquer lugar
Lá na Vila não existe tristeza, a alegria está lá
Sou da Vila, pois viver sem a Vila na vida não dá
Eu tô querendo um barraco perto da capela lá de Santo Antônio
Onde existem árvores tão perto do céu, bem perto do céu
Estrela ilumina, ela é minha guia, minha santa guia
Juntamente com a lua, me inspira Noel
E eu não saio de Vila Isabel
Eu já li na cartilha do dono do mundo
Que o paraíso, pode crer, foi transferido pra lá
E é lá que eu quero morar
Já comprei as cortinas em azul e branco
Já disse, meu santo
Meu coração é da Vila e sempre será
Já disse, meu santo
Meu coração é da Vila e sempre será
E é por isso que eu digo que quero morar…
Tô querendo um barraco para morar lá na Vila
Seja lá no Macaco ou em qualquer lugar
Lá na Vila não existe tristeza, a alegria está lá
Sou da Vila, pois viver sem a Vila na vida não dá
Tô querendo um barraco perto da capela lá de Santo Antônio
Onde existem árvores tão perto do céu, bem perto do céu
Estrela ilumina, ela é minha guia, minha santa guia
Juntamente com a lua, me inspira Noel
E eu não saio de Vila Isabel
Eu já li na cartilha do dono do mundo
Que o paraíso, pode crer, foi transferido pra lá
E é lá que eu quero morar
Já comprei as cortinas em azul e branco
Já disse, meu santo
Meu coração é da Vila e sempre será
Já disse, meu santo
Meu coração é da Vila e sempre será
Por isso que eu digo que quero morar…
Lá na Vila
Aê, Gaúcho!
Mandou legal!
Agrião!
Agrião!
Agrião tem um samba calangueado
Eu também sou filho da vila, rapaz
Ô Seu Doutor
Aqui tem samba, o senhor pode sambar
Se é do babado, então você pode chegar
Na zona norte onde mora a alegria
Porque o Perna, já percebeu, meteu a boca no trombone
O Velho Amário já pegou seu megafone
Sem vandalismo foi pra rua protestar
Ô Seu Doutor
Ô Seu Doutor
Aqui tem samba, o senhor pode sambar
Se é do babado, então você pode chegar
Na zona norte onde mora a alegria
Porque o Perna, já percebeu, meteu a boca no trombone
O Velho Amário já pegou seu megafone
Sem vandalismo foi pra rua protestar
Não leve a mal, aqui o samba é de primeira
Porque eu sou da Vila, eu sou da Vila, eu sou da Vila
Da Vinte e Oito e também do pau da bandeira
Eu sou da Vila, eu sou da Vila, eu sou da Vila
Da minha escola setentona companheira
(Eu sou da Vila, eu sou da Vila, eu sou da Vila)
Do Noel Rosa e Martinho José Ferreira
Eu sou da Vila, eu sou da Vila, eu sou da Vila
E pra brindar vamo passar no Capelinha
Passar no Ponto Cem Réis que a turma toda tá por lá
Caminhando, batendo perna
Assoviando um samba novo e de papo para o ar
E nas calçadas as mais belas partituras
E sobe a temperatura em cada esquina, em cada bar
O Seu Doutor que não é bobo, não vacila
Diz que eu tô feliz da Vila, então vamo comemorar
Não leve a mal, aqui o samba é de primeira
Porque eu sou da Vila, eu sou da Vila, eu sou da Vila
Da Vinte e Oito e também do pau da bandeira
Eu sou da Vila, eu sou da Vila, eu sou da Vila
Da minha escola setentona companheira
Eu sou da Vila, eu sou da Vila, eu sou da Vila
Do Noel Rosa e Martinho José Ferreira
Eu sou da Vila, eu sou da Vila, eu sou da Vila
Ô Seu Doutor
Raoni
Aquele outro samba calangueado
De quem que é mesmo?
Tem um outro dessa linha…
É… Agrião
É do… é do… Dinny
Do Dinny também, né?
Acho que é Dinny e Gilson Bernini, né?
Manda aí, meu cumpadi!
Afinal, eu sou filho dessa terra das calçadas musicais
Me inspirei na boemia pra buscar meus ideais
Bate forte no meu peito minha Vila Isabel
O meu samba é de respeito, sou do bairro de Noel
Eu sou filho dessa terra das calçadas musicais
Me inspirei na boemia pra buscar meus ideais
Bate forte no meu peito minha Vila Isabel
O meu samba é de respeito, sou do bairro de Noel
A batucada lá na Vila é suingueira
É produto de primeira, bota pra quebrar
O couro come, no cavaco na viola
Um convite pro sambista se desentocar
Ponto de encontro da nossa rapaziada
Que invade a madrugada pra bebericar
A mulherada desce o morro requebrando
Tira onda desfilando pelo Boulevard
Alô malandro, vê se tira o olho
Bota essa barba de molho pra não vacilar
Ela tem dono, e o dono dela
Pelo jeito dela, deve ser de lá
Alô malandro, vê se tira o olho
Bota essa barba de molho pra não vacilar
Ela tem dono, e o dono dela
Pelo jeito dela, deve ser de lá
Sabe quem é o dono dela?
Eu já sei
Eu sou filho dessa terra das calçadas musicais
O dono dela deve ser… o Jejê do Caminho
Só pode ser do Jejê essa mulher!
Só pode ser!
Jejê quer ela no caminho?
Majestosa
Minha Vila vai passar
Reluzente como o sol
Nesta noite de luar
Baianas, passistas, sambistas
Erguendo a bandeira do seu pavilhão
Artistas da vida levando alegria
Dançando ao som da ilusão
O morro desce, não aguenta
Se a bateria logo esquenta
E vem vestir a fantasia
Virando rei dessa folia
E lá no céu os nossos bambas podem ver
A tradição da Velha Guarda do amanhã
E ter certeza que sempre vai florescer
Essa harmonia e evolução
Não tem igual, não tem mais bela
Do que Isabel no desfilar da passarela
Não tem igual, não tem mais bela
Do que Isabel no desfilar da passarela
Majestosa
Minha Vila vai passar
Reluzente como o sol
Nesta noite de luar
Baianas, passistas, sambistas
Erguendo a bandeira do seu pavilhão
Artistas da vida levando alegria
Dançando ao som da ilusão
O morro desce, não aguenta
Se a bateria logo esquenta
E vem vestir a fantasia
Virando rei dessa folia
E lá no céu os nossos bambas podem ver
A tradição da Velha Guarda do amanhã
E ter certeza que sempre vai florescer
Essa harmonia e evolução
Não tem igual, não tem mais bela
Do que Isabel no desfilar da passarela
Não tem igual, não tem mais bela
Do que Isabel no desfilar da passarela
Tropical!
Brigado, gente!
Tropical, na mesma cadência!
Beleza, beleza!
Me dá licença aí, deixa eu chegar
Deixa eu chegar pra falar de Vila Isabel
Isso aí!
Fala direito, fala bonito!
Vila de boêmios e poetas
De pagodes e serestas
E do Boulevard, laraiá
Vila das calçadas musicais
Onde dormem imortais
Lindas canções, aê
Vila dos sabores variados
Dos aromas e pecados
Das ilusões
Vila, quero vê-la linda
Quero vê-la ainda muito mais feliz, feliz
Vila, quero vê-la linda
Quero vê-la ainda muito mais feliz
O sol pintado de ouro
Contendo o tesouro que queimou vosso chão
Descera pra morar lá no poente
E luar que esteve ausente
Já fez menção de uma vila tão bonita
Verdes arvoredos prateados
Em suas vendas, em suas vidas
Em suas lidas a cantarolar
Em seu pomar, minha Vila
Vila de boêmios e poetas
De pagodes e serestas
E do Boulevard, laraiá
Vila das calçadas musicais
Onde dormem imortais
Lindas canções, aê
Vila dos sabores variados
Dos aromas e pecados
Das ilusões
Vila, quero vê-la linda
Quero vê-la ainda muito mais feliz, feliz
Vila, quero vê-la linda
Quero vê-la ainda muito mais feliz
Valeu, rapaziada!
Maravilha!
Obrigado aí, todo mundo!
É, Vila Isabel…
Aguanta ahí, aguanta ahí
despacio
Bajo, bajo, bajo
Siguiendo
¿Jugamos un pequeño juego aquí?
Solo vale mandar samba que hable en Vila Isabel
Puede ser en la escuela de samba, en el barrio, en una mujer de Vila
Cualquier cosa
Pero hay que hablar de Vila Isabel
vamos gaucho
Busco choza para vivir ahi en Vila
Ya sea allá en Macaco o en cualquier parte
Allá en la Vila no hay tristeza, la alegría está ahí
Soy de Vila, porque vivir sin Vila en la vida no es
Por eso digo que quiero vivir...
Busco choza para vivir ahi en Vila
Ya sea allá en Macaco o en cualquier parte
Allá en la Vila no hay tristeza, la alegría está ahí
Soy de Vila, porque vivir sin Vila en la vida no es
Busco choza cerca de la capilla allá en San Antonio
Donde hay árboles tan cerca del cielo, tan cerca del cielo
Estrella ilumina, ella es mi guía, mi santa guía
Junto a la luna me inspira Noel
Y no dejo Vila Isabel
Ya he leído en el folleto del dueño del mundo
Ese paraíso, créanme, fue trasladado allí
Y ahí es donde quiero vivir
Ya compré las cortinas azules y blancas
Ya lo dije, mi santo
Mi corazón pertenece a Vila y siempre lo será
Ya lo dije, mi santo
Mi corazón pertenece a Vila y siempre lo será
Y por eso digo que quiero vivir...
Busco choza para vivir ahi en Vila
Ya sea allá en Macaco o en cualquier parte
Allá en la Vila no hay tristeza, la alegría está ahí
Soy de Vila, porque vivir sin Vila en la vida no es
Busco choza cerca de la capilla allá en San Antonio
Donde hay árboles tan cerca del cielo, tan cerca del cielo
Estrella ilumina, ella es mi guía, mi santa guía
Junto a la luna me inspira Noel
Y no dejo Vila Isabel
Ya he leído en el folleto del dueño del mundo
Ese paraíso, créanme, fue trasladado allí
Y ahí es donde quiero vivir
Ya compré las cortinas azules y blancas
Ya lo dije, mi santo
Mi corazón pertenece a Vila y siempre lo será
Ya lo dije, mi santo
Mi corazón pertenece a Vila y siempre lo será
Por eso digo que quiero vivir...
Allá en el pueblo
¡Oye, Gaucho!
¡Lo envió genial!
¡Berro!
¡Berro!
Agrião tiene una samba calangueada
Yo también soy hijo del pueblo, muchacho
ay tu medico
Aquí está la samba, puedes samba
Si es de los volantes, entonces puedes obtener
En la zona norte donde vive alegria
Porque Perna, ya te diste cuenta, puso la boca en el trombón
El viejo Amário ya tomó su megáfono
Sin vandalismo salió a la calle a protestar
ay tu medico
ay tu medico
Aquí está la samba, puedes samba
Si es de los volantes, entonces puedes obtener
En la zona norte donde vive alegria
Porque Perna, ya te diste cuenta, puso la boca en el trombón
El viejo Amário ya tomó su megáfono
Sin vandalismo salió a la calle a protestar
No te lo tomes a mal, aquí la samba es de primera.
Porque soy de Vila, soy de Vila, soy de Vila
De Veintiocho y también de pau da flag
soy de vila, soy de vila, soy de vila
De mi escuela de setenta años
(soy de vila, soy de vila, soy de vila)
De Noel Rosa y Martinho José Ferreira
soy de vila, soy de vila, soy de vila
Y para brindar, pasemos por la Capelinha
Pasar el Punto Cem Réis donde está toda la clase
Caminar, patear
Silbando una samba nueva y charla al aire
Y en las aceras las partituras más bellas
Y la temperatura sube en cada rincón, en cada bar
Tu Doctor, que no es tonto, no vacila
Dice que estoy feliz por la Vila, así que celebremos
No te lo tomes a mal, aquí la samba es de primera.
Porque soy de Vila, soy de Vila, soy de Vila
De Veintiocho y también de pau da flag
soy de vila, soy de vila, soy de vila
De mi escuela de setenta años
soy de vila, soy de vila, soy de vila
De Noel Rosa y Martinho José Ferreira
soy de vila, soy de vila, soy de vila
ay tu medico
Raoni
Esa otra samba calanguada
¿De quién es realmente?
Hay otro de esa línea...
es... berro
Es de... es de... Dinny
De Dinny también, ¿verdad?
Creo que son Dinny y Gilson Bernini, ¿verdad?
¡Envíalo allí, mi amigo!
Al fin y al cabo soy hijo de esta tierra de veredas musicales
Me inspiré en la bohemia para buscar mis ideales.
Me golpea fuerte en el pecho mi Vila Isabel
Mi samba es respetuosa, soy del barrio de Noel
Soy hijo de esta tierra de veredas musicales
Me inspiré en la bohemia para buscar mis ideales.
Me golpea fuerte en el pecho mi Vila Isabel
Mi samba es respetuosa, soy del barrio de Noel
La batucada ahí en la Vila se suingueira
Es un producto de primera clase, enciéndalo
El cuero come, en la viruta en la viola
Una invitación para que el artista de samba descubra
Punto de encuentro de nuestros peques
Que invade la madrugada para beber
La mujer baja de la colina temblando
Toma una ola desfilando por el Boulevard
Hola bribón, a ver si te echa el ojo
Remoja esa barba para que no dudes
Ella tiene dueño, y su dueño
Por su apariencia, debe ser de allí.
Hola bribón, a ver si te echa el ojo
Remoja esa barba para que no dudes
Ella tiene dueño, y su dueño
Por su apariencia, debe ser de allí.
¿Sabes quién es el dueño?
Yo ya se
Soy hijo de esta tierra de veredas musicales
Su dueño debe ser... el Jejê do Caminho
¡Esta mujer solo puede ser de Jejê!
¡Puede ser!
¿Jejê la quiere en camino?
majestuoso
mi pueblo pasará
Brillando como el sol
En esta noche de luna
Baianas, bailarinas, bailarinas de samba
Izando la bandera de tu bandera
Artistas de la vida trayendo alegría
Bailando al son de la ilusión
El cerro se viene abajo, no lo aguanta
Si la batería se calienta pronto
Y ven a ponerte el disfraz
Convertirse en rey de esta juerga
Y allá en el cielo, nuestras bambas pueden ver
La tradición de la Guardia Vieja del mañana
Y para asegurarse de que siempre florecerá
Esta armonía y evolución
No hay igual, no hay más bella
Que Isabel en la pasarela
No hay igual, no hay más bella
Que Isabel en la pasarela
majestuoso
mi pueblo pasará
Brillando como el sol
En esta noche de luna
Baianas, bailarinas, bailarinas de samba
Izando la bandera de tu bandera
Artistas de la vida trayendo alegría
Bailando al son de la ilusión
El cerro se viene abajo, no lo aguanta
Si la batería se calienta pronto
Y ven a ponerte el disfraz
Convertirse en rey de esta juerga
Y allá en el cielo, nuestras bambas pueden ver
La tradición de la Guardia Vieja del mañana
Y para asegurarse de que siempre florecerá
Esta armonía y evolución
No hay igual, no hay más bella
Que Isabel en la pasarela
No hay igual, no hay más bella
Que Isabel en la pasarela
¡Tropical!
¡Brigada, gente!
¡Tropical, a la misma cadencia!
¡Belleza, belleza!
Discúlpame ahí, déjame ir
Vengo a hablar de Vila Isabel
¡Eso ahí!
¡Habla bien, habla bonito!
Pueblo de bohemios y poetas
De pagodes y serestas
Y del bulevar, laraiá
pueblo de veredas musicales
donde duermen los inmortales
hermosas canciones, ay
Pueblo de diferentes sabores
De olores y pecados
de ilusiones
Villa yo te quiero ver hermosa
Quiero verte aún más feliz, feliz
Villa yo te quiero ver hermosa
quiero verte aún más feliz
El sol pintado de oro
Conteniendo el tesoro que quemó tu tierra
Bajó a vivir allá en el oeste
Luz de luna que estuvo ausente
¿Alguna vez has mencionado un pueblo tan hermoso
arboledas de plata verde
En sus ventas, en sus vidas
En sus lecturas, tarareando
En tu huerta, mi pueblo
Pueblo de bohemios y poetas
De pagodes y serestas
Y del bulevar, laraiá
pueblo de veredas musicales
donde duermen los inmortales
hermosas canciones, ay
Pueblo de diferentes sabores
De olores y pecados
de ilusiones
Villa yo te quiero ver hermosa
Quiero verte aún más feliz, feliz
Villa yo te quiero ver hermosa
quiero verte aún más feliz
¡Guau, chicos!
¡Maravilloso!
¡Gracias a todos!
Sí, Villa Isabel…
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