
A continuación la letra de la canción O Outro Lado Artista: 3030 Con traducción
Texto original con traducción
3030
Apesar da mentira do sistema, o homem não se conforma
E nunca vai se conformar, com esse estabelecimento medíocre, falso
De valores e de verdades absolutas a qual nós não acreditamos nisso
Nós somos crianças que estamos começando, crianças perigosas
Deixei minhas mágoas no meu lar
Fui viajar eu quero fugir
Peguei minhas malas pra sumir
Pra subir pra longe daqui
Bem vindo ao outro lado da realidade
Outro momento bem distante onde os valores
Já não valem sua verdade nem mentiras
Mas te fazem bem, bela cidade, «man»
Não achei vontade nenhuma de fazer parte
Eu vivo em marte vem, é um novo lugar que que custa
Seu papo mundano, mesquinho e atrasado me assusta
Na esquina do bairro
Nas ruas finas do centro se escuta blasfêmia
Eu tô por dentro e bem longe do que eles buscam
E o que cês buscam afinal?
Isso tudo e morrer no final?
Nada mal, prum burro cego, surdo e irracional
Para que ter tanta ocupação pra se viver pouco
Nada me encanta aqui mais, nada me prende aqui
Faz tempo que eu decidi, mas não consegui superar
Transcender me libertar
Me encontrei, mas não vivi mais
Peguei minhas malas e fugi pra longe
Deixei minhas mágoas fui na paz de um monge
Hoje eu não sei, ta tudo errado
Quero correr pra bem longe daqui
(E eu vou pra bem longe daqui)
Quando acordei, tava tão cansado
Da ignorância que nos move, sem direção
Procuro uma saída, uma solução, uma solução
Mas ainda não achei nada além da minha própria sombra
Caminhando em terrenos onde a maldade me ronda
Toma, sei o que cês querem de mim
Rimas de um novo momento a um milésimo do fim
Cidade poluição, cinza é a cor do milênio
Eu sei que nada me sufoca porque o Rap é oxigênio
Mano, cê quer provar do veneno
Quanto eu mais viajo mais sei que o mundo é pequeno
É desigual o jogo aproveito a chance que eu tive
Por que todo mundo morre, mas nem todo mundo vive
Aqui é lei do mais forte cabe a quem sabe a revolta
No labirinto de prédios poucos superam a derrota
Não é ingratidão, da babylon eu abro mão pra mim é pouco
Meu Rap fala por todos os loucos
Pra longe do cimento, da terra de Marlboro
A pesar de la mentira del sistema, el hombre no se conforma
Y nunca se conformará con este establecimiento mediocre y falso.
De valores y verdades absolutas en las que no creemos
Somos niños que empiezan, niños peligrosos
Dejé mis penas en casa
me fui de viaje quiero escapar
Tomé mis maletas para desaparecer
Para alejarme de aquí
Bienvenido al otro lado de la realidad
Otro momento muy lejano donde los valores
Tu verdad o mentira ya no valen
Pero te hacen bien, hermosa ciudad, «hombre»
No sentí ningún deseo de participar.
Vivo en Marte, es un lugar nuevo que cuesta
Tu charla mundana, mezquina y retrógrada me asusta
En la esquina del barrio
En las finas calles del centro, escuchas blasfemias
Estoy adentro y muy lejos de lo que buscan
¿Y qué estás buscando de todos modos?
¿Todo eso y morir al final?
No está mal, para un burro ciego, sordo e irracional.
¿Por qué tener tanto que hacer para vivir tan poco?
Ya nada me deleita aquí, nada me retiene aquí
Ha pasado un tiempo desde que me decidí, pero no pude superarlo
Transcender libérame
Me encontré, pero ya no viví
tomé mis maletas y me escapé
Dejé mis penas y me fui en la paz de un monje
Hoy no sé, todo está mal
Quiero correr lejos de aquí
(Y me voy lejos de aquí)
Cuando me desperté estaba tan cansado
De la ignorancia que nos mueve, sin rumbo
Estoy buscando una salida, una solución, una solución
Pero todavía no he encontrado nada más que mi propia sombra.
Caminando por tierras donde el mal me rodea
Aquí, sé lo que quieres de mí.
Rimas de un nuevo momento una milésima del final
Ciudad de la contaminación, el gris es el color del milenio
yo se que nada me asfixia porque el rap es oxigeno
Hermano, ¿quieres probar el veneno?
Cuanto más viajo, más sé que el mundo es pequeño
El juego esta desnivelado aprovecho la chance que tuve
Por qué todos mueren pero no todos viven
Aquí es la ley del más fuerte, le toca al que sabe rebelarse
En el laberinto de edificios, pocos superan la derrota
No es ingratitud, de Babilonia me rindo por mi mismo no es mucho
Mi Rap habla por todos los locos
Lejos del cemento, de la tierra Marlboro
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